segunda-feira, 9 de março de 2015

A CORRUPÇÃO CORREU SOLTA DURANTE A DITADURA

A corrupção correu solta durante a ditadura


A velha corrupção
Muita gente, repetindo os lacerdinhas da Veja, manda recados com o tradicional “não havia corrupção durante o regime militar” e “nenhum general presidente enriqueceu no poder”. Na primeira parte, confundem falta de divulgação com inexistência. Na segunda, consideram que sustentar um regime de tortura e morte é menos grave. A corrupção durante o regime militar foi uma constante. O historiador Carlos Fico, em “Como eles agiam”, mostra que a ação contra a suposta “crise moral” foi o mote dos militares. Sempre que a expressão “dissolução de costumes” se espalha, tem autoritarismo no ar. Os ditadores queriam acabar com a corrupção, que viam como um traço cultural muito “característico do brasileiro”.
O ministro Armando Falcão, pilar da ditadura, chegou a dizer: “O problema mais grave no Brasil não é a subversão. É a corrupção, muito mais difícil de caracterizar, punir e erradicar”. Com o AI-5, de 1968, a ditadura dotou-se de mecanismo para confiscar bens de corruptos. A Comissão Geral de Investigações, criada em 17 de dezembro de 1968, propunha-se a “promover investigações sumárias para o confisco de bens de todos quanto tenham enriquecido ilicitamente, no exercício do cargo ou função pública”. A roubalheira correu solta durante todo o regime militar. Carlos Fico conta que, entre 1968 e 1973, auge da ditadura, a CGI analisou 1.153 processos de corrupção. Aprovou 41 confiscos de um total de 58 pedidos. Entre os investigados ou condenados, “mais de 41% dos atingidos eram políticos (prefeitos e parlamentares) e aproximadamente 36% eram funcionários públicos. Num único ato, em 1973, chegaram ao Sistema CGI cerca de 400 representações ou denúncias”. Seria o caso de dizer: nunca se roubou tanto no país quanto em 1973.
Carlos Fico pergunta: “Por que, então, fracassou a iniciativa de ‘combate à corrupção’ do regime militar pós- AI-5?”. A resposta vai enfurecer os adeptos dos lacerdinhas: “Em primeiro lugar, a impossibilidade de manter os militares num compartimento estanque, imunes à corrupção, notadamente quando já ocupavam tantos cargos importantes da estrutura administrativa federal. Não terão sido pouco os casos de processos interrompidos por causa da identificação de envolvimento de afiliados ao regime”. Fico sabe do que fala. Foi um dos primeiros a ter acesso a arquivos com material sigiloso do regime. Examinou todos os processos de confisco no Arquivo Nacional. Cláudio Guerra, no recente “Memórias de uma guerra suja”, afirma que o regime financiou a repressão, na sua fase final, com dinheiro do jogo do bicho. Cita empresários, como o dono da Itapemirim, que receberam vantagens oficiais pelos bons serviços à repressão.
Uma determinação do Ministério da Justiça orientava a mídia: “É vedada a descrição minuciosa  do modo de cometimento de delitos”. Não foi possível divulgar a descoberta de uma carga de drogas no quartel da Barra Mansa. O ministro do Trabalho, o gaúcho Arnaldo Prieto, em 1974, censurou as notícias sobre sua desastrada política salarial. Foram censuradas também as “gravuras eróticas de Picasso”. O consumo de drogas era considerado parte do “variado arsenal do movimento comunista internacional”. Que tempos! Um paraíso artificial. Uau!

DITADURA CORRUPTA

Bom era na ditadura, quando não tinha corrupção. Ah, não?
Um ponto de vista tortuoso negligencia valores essenciais para justificar preferência pelos anos de chumbo. O pior é que é uma visão errada, também: houve muitos escândalos no período dos generais presidentes
Tanques invadem as ruas do Rio, em 31 de março de 1964: como paladinos pretensiosos da moral, militares queriam “acabar com a subversão” e “combater a corrupção”
Elder Dias
“No tempo do militarismo é que era bom, pelo menos não tinha corrupção.” Quem não tropeçou nessa frase nos últimos anos ou não tem Facebook, ou não frequenta roda de bar nem salão de beleza, ou não recebe visita em casa. Em tempos de descoberta de escândalo em cima de escândalo em todos os Poderes e em cada uma das esferas de todos eles, tornou-se senso comum comparar o atual estado ético da sociedade brasileira — principalmente na questão público-política — ao da época em que os generais mandavam no País.

Uma visão obviamente caolha, ao negligenciar valores essenciais, como a liberdade de expressão, sufocada durante os anos de chumbo do regime. Mas, pior, uma visão errada também: a corrupção correu solta durante os anos de militarismo e os próprios comandantes que tomaram o poder prometendo acabar com a praga foram forçados a admitir que pouco (ou nada) poderiam fazer contra ela.

Ao assumir o poder após anos de tribulação, havia duas “bandeiras de luta” a que se comprometia o novo regime (o que, aliás, é curioso, pois ditadura não tem de dar satisfação a ninguém): uma era livrar o País do “mal do comunismo”; outra, combater a corrupção — o que, na verdade, não era nenhuma promessa inédita. Naquela que viria a ser a última eleição que o Brasil teria para presidente pelas próximas três décadas, o jingle do então candidato da conservadora UDN à Presidência, Jânio Quadros, virou um clássico das campanha: “Varre, varre, varre, varre, varre vassourinha/ Varre, varre a bandalheira/ Que o povo já está cansado/ De sofrer desta maneira/ Jânio Quadros é a esperança/ Desse povo abandonado/ Jânio Quadros é a esperança/ Desse povo abandonado...”

Claro, Jânio ganhou. E decepcionou. Assim como ganharia e decepcionaria Fernando Collor de Mello em 1989, depois de proclamado o “caçador de marajás” em uma indefectível capa da revista “Veja”. Ambos, Jânio e Collor, como intrépidos salvadores da pátria, fizeram crer que venceriam a corrupção. Como se fosse só estalar um dedo ou acionar uma lâmpada de Aladim. Ocorre que a corrupção nunca bateu asas e voou do Brasil. Pelo contrário, sentou praça com a comitiva de Pedro Álvares Cabral e gostou da terra. Apesar de não ser exclusividade tupiniquim, é tão endêmica — embora mais nociva — quanto o mosquito da dengue ou a cachaça. Poderia ser controlada, com doses anti-impunidade.

No hiato entre as duas eleições presidenciais, a turma verde-oliva avocou a prerrogativa de extinguir a aberração. E o “estalar de dedo” foi o execrado Ato Institucional nº 5 (AI-5), editado em 1968 e que se tornou o marco mais simbólico do que houve de pior no período ditatorial. Dando poderes extraordinários ao Presidente da República, suspendeu garantias e se sobrepôs à Constituição de 67 — já promulgada para servir ao regime militar, ressalte-se. Mas além das aberrações contra os direitos políticos e civis, o instrumento tinha também um item no mínimo pretensioso: seu Artigo 8º queria varrer a corrupção punindo os acusados com a perda de bens: “O Presidente da República poderá, após investigação, decretar o confisco de bens de todos quantos tenham enriquecido, ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública, inclusive de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, sem prejuízo das sanções penais cabíveis.”
“Fácil” como a Transamazônica

Um relato bem didático e sintético do que os militares fizeram para combater foi feito pelo historiador Carlos Fico, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e está no livro “Como Eles Agiam: os Subterrâneos da Ditadura Militar” (Record, 2001). Por exemplo, para executar o trabalho relativo ao tal Artigo 8º, foi criada a Comissão Geral de Investigações (CGI). Para vencer a vilã corrupção, seus membros passaram a atuar como super-heróis justiceiros por todo o País. Era como fazer a Rodovia Transamazônica: da mesma forma que seria “só” rasgar aquela mata com as máquinas do desenvolvimento, os paladinos da moralização ética precisariam “apenas” fazer cumprir aquele item do poderoso AI-5. Fácil.

Fácil até começar. Conforme relata o livro de Carlos Fico, para moralizar o país as 20 subcomissões da CGI tiveram de lidar com casos de corrupção tão diversos como o aumento de salários da magistratura e de membros do Tribunal de Contas do Paraná e o atraso de salários da rede municipal de ensino de São José do Mipibu (RN); o adubo superfaturado comprado pela Secretaria de Agri­cul­tura de Minas Gerais e a alta do preço da carne em Manaus; co­brança de taxas escolares indevidas no Espírito Santo e irregularidades na administração da Federação Baiana de Futebol.
Mas a população se envolveu. Assim como quando se multiplicou em “fiscais do Sarney” — o então presidente que, por ironia, se tornou um dos frutos mais viçosos que o período da ditadura ofereceria à política brasileira — pelo fim da inflação, acreditava que o fim da corrupção viria com a saga planejada pelos militares. “A força do discurso moral de combate à corrupção gerava simpatia em setores da sociedade, que encaminhavam, espontaneamente, denúncias à comissão”, relata Fico.

O problema é que os super-heróis do regime exorbitavam. Cometiam excessos variados e chegavam a se achar tão poderosos quanto a alta cúpula do governo, a ponto de criar atritos com diversos órgãos federais. Governadores se sentiram perseguidos.

Resultado de tudo: os militares acabaram se tornando prisioneiros da própria artimanha. Ainda no relato do historiador, em cinco anos (de 1968 a 1973) foram 1.153 processos. Destes, mil foram arquivados. Outros 58 viraram proposta de confisco e 41, alvo de decreto presidencial. Dez anos depois, a comissão era extinta, com o AI-5, pelo general-presidente Ernesto Geisel. Sem resultado concreto algum, ou porque os processos se mostravam mal fundamentados — e, então, vulneráveis a uma análise jurídica mais criteriosa — ou porque havia uma paralisação por conta de... injunções políticas. Ou seja, o mesmo motivo que, até hoje, continua impedindo a apuração e a punição de casos envolvendo grandes nomes do poder.
Cúpula do regime militar admitiu que corruptos se beneficiaram do regime



O presidente era Ernesto Geisel. E seu interlocutor, naquele dia, no prédio que abrigou o Ministério da Agricultura, era o almirante Faria Lima. A este, o comandante-em-chefe do Brasil admitiu, ao ser questionado se era mesmo hora de fazer a abertura política: “A corrupção nas Forças Armadas está tão grande que a única solução para o Brasil é fazer a abertura”, desabafou Geisel. Uma declaração fortíssima, registrada no livro “História Indiscreta da Ditadura e da Abertura” (Record, 1999), do historiador Ronaldo Costa Couto, doutor pela Universidade de Sorbonne, em Paris.
Outra declaração, esta resgatada por Carlos Fico em seu livro “Como Eles Agiam: os Subterrâneos da Ditadura Militar”, mostra que os chefes do poder militar fizeram seu mea-culpa já no início do regime. “O problema mais grave do Brasil não é a subversão. É a corrupção, muito mais difícil de caracterizar, punir e erradicar”, admitiu o ministro Estevão Taurino de Resende, o primeiro presidente da Comissão Geral de Investigação (CGI), que caçava tanto os que considerava subversivos como os supostos corruptos nos primeiros anos do regime. Era ele que tinha de dar conta — conforme escreveu Armando Falcão, outro ministro, mas da Justiça, no governo Geisel, em seu  livro “Tudo a Declarar” (Nova Fronteira, 1989) — dessa parte da política de Castelo Branco, o primeiro presidente da ditadura civil-militar no Brasil, que tinha sido chefe do Estado-Maior do Exército nomeado pelo deposto João Goulart e se tornou um dos líderes do movimento golpista. 

No texto “Falso Moralismo”, publicado na “Revista de História” (2009), a cientista política Heloísa Murgel Starling, diz que não havia medida para coibir os desregramentos, já que a própria ditadura suprimia os limites a quem quer que se colocasse no alto do poder. “Havia privilégios, apropriação privada do que seria o bem público, impunidade e excessos.” O general Gleuber Vieira, em depoimento aos professores Celso Castro e Gláucio Ary Dillon Soares, em 1994, publicado depois no livro “A Volta aos Quartéis — Memória Militar Sobre a Abertura” (Relume-Dumará, 329 páginas), diz que na ditadura “houve deslizes de que eu mesmo, na época, tomei conhecimento”, embora ressalte o período como “de austeridade como poucos na história republicana”.

É bem verdade que a atitude de parte dos militares pareceu ser genuína, apesar de ingênua, na busca da solução do drama da corrupção no País. Não contavam eles que alguns dos colegas de farda pudessem se envolver em casos — o que levava à paralisação de processos de apuração dos fatos, para não respingar na imagem idônea que precisava passar o regime. Se os generais presidentes não ficaram ricos, o mesmo não se pode dizer de muitos e muitos civis (e militares) que estiveram às bordas do poder. Fortunas foram erguidas durante os anos do “milagre econômico”; suspeitas de superfaturamento pairam até hoje sobre obras como a Ponte Rio–Niterói, ainda que não houvesse instrumentos tecnológicos para uma apuração mais acurada; e foram, ainda, muitos os episódios de corrupção que vazaram para a imprensa apesar de todo o fechamento da estrutura comunicacional, como os casos Luftalla (1977), Jorge Atalla (1979), Econômico (primeira parte, na década de 70) e Coroa Brastel (1985), entre vários outros. 

Por fim: para comprovar a existência da corrupção na ditadura, bastaria admitir que houve tortura e que tenha sido acobertada pelo regime. Para torturar, desfigurar corpos, mutilar outros e tirar vidas sem deixar margem para questionamentos, era preciso “legalizar” procedimentos. A tortura deixava de ser tortura com a anuência e cumplicidade de agentes dos diversos poderes (peritos, policiais, delegados, juízes, gestores, parlamentares etc.). Ou seja, o que uns faziam para justificar evasão de divisas, outros usavam para evasão de corpos. É “menor”, essa corrupção?

O sagrado direito de não precisar de super-herói

É um tanto estranho uma terra com mais de 500 anos nas costas viver uma democracia ainda recente. Mais do que isso, o atual é o mais longo período verdadeiramente democrático no Brasil. Como diria um ex-presidente, nunca antes na história deste País houve um tempo com tal qualidade de verdadeira democracia como agora. É tão democrático que se pode inclusive pedir a volta da ditadura, escrever sobre isso e postar nas redes sociais.
Tentem imaginar o inverso. Escrever, na época do general Emílio Garrastazu Médici umas poucas e boas sobre a tal Revolução de 64 e exigir a volta dos direitos políticos plenos e o fim do regime. E puxar uma convocação, via redes sociais, para uma passeata, ou ao menos um rolezinho, contra a turma fardada. Chega a ser surreal — e é mesmo.

A frase “bom era na época dos militares” carrega uma série de incongruências históricas e sociológicas, a tal ponto de não ser possível acreditar que alguém realmente pense que possa ser assim. Falar sobre “menos corrupção” apontando para a ditadura é como ignorar uma montanha de defeitos na antiga namorada para justificar uma birra com a atual por uma imperfeição que ambas carregam. 

O que incomoda, na verdade, é sabermos que temos uma democracia assim, imperfeita. Assim também era a democracia no começo dos anos 1960, quando havia a ascensão dos movimentos sociais juntamente com uma temperatura cada vez mais alta da Guerra Fria. Isso catalisou a saída dos militares dos quartéis para os palácios e retardou, em meio século, o progresso da democracia no Brasil: menos de 20 anos após sair do regime de exceção do Estado Novo, em 1945, o País voltava a ser tomado de assalto. 

A democracia é a pior forma de governo, sem contar todas as demais que já foram experimentadas, dizia o primeiro-ministro britânico Winston Churchill. E na democracia brasileira que temos é preciso conviver com gente questionável que cresceu na política exatamente no período não democrático: assim foi com Antonio Carlos Magalhães, assim é com Paulo Maluf, José Sarney e tantos outros, que souberam jogar o jogo dos militares, cresceram durante o regime e entraram com muito poder na fase pós-ditadura, a ponto de distribuírem as cartas. A ponto de existir Pedrinhas no meio do caminho de toda uma Nação.

O problema do Brasil não é a democracia: é a corrupção. Melhor até: não é nem a corrupção — que existe em qualquer local do planeta —, mas a impunidade à corrupção. Pedir o retorno do militarismo como resposta à corrupção na democracia é o mesmo que ver o bode em cima do sofá da sala e tirar o sofá. E para combater a corrupção nada melhor do que instituições fortes. Ano a ano depois de mais uma redemocratização, elas estão sendo construídas e ajudando a estabelecer novos paradigmas. Foi assim que houve o impeachment de um presidente, a transição tranquila de governo para um ex-preso político e a condenação de parlamentares em um caso de corrupção. Nada disso foi perfeito, mas tudo foi melhor do que antes. Porque, desta vez, nada foi feito por super-heróis, por seres messiânicos, mas pelo que há de melhor em uma democracia: suas sagradas instituições, os poderes Legislativo, Executivo e Ju­diciário.

sexta-feira, 28 de março de 2014

SACERDÓCIO CORROMPIDO

Sacerdócio corrompido

corrompido
É comum nos decepcionarmos quando descobrimos a podridão de alguns pastores, principalmente quando são pregadores famosos. É a tal de associação de ministros do Evangelho com mercantilização da fé, corrupção, deturpação das coisas de Deus, sem falar nos casos inacreditáveis de estupro e outras barbaridades horripilantes até mesmo aos olhos do mundo. E ficamos deprimidos com isso – não sem razão. Entretanto, se isso nos deixa tristes, por outro lado não deveria nos surpreender: é assunto manjado e bastante comum na história bíblica.
A relação entre o engano e o sacerdócio começou cedo: Arão, já determinado por Deus para ser o primeiro sumo sacerdote de Israel, descumpriu o segundo mandamento ao inventar um bezerro de ouro para atender as necessidades religiosas e supersticiosas do povo (Ex 32.1-4). Iniciava um belo legado.
Anos mais tarde, no período dos juízes, o sacerdócio estava completamente corrompido pelos filhos de Eli – ocasião em que eles desviavam as ofertas para lucro próprio (1Sm 2.12-17) e ainda traçavam as moças devotas que vinham cultuar (v. 22) –, o que gerou apenas a repreensão do velho sumo sacerdote (v. 23-25). Coube a Deus tomar uma atitude: o então jovem Samuel profetizou contra a família do seu tutor que foi eliminada pela mão dos filisteus. Problema resolvido para sempre? Não. Os filhos do próprio profeta Samuel – incontestável servo de Deus – também caíram na corrupção e aparentemente contaram com a vista grossa do pai (1Sm 8.1-3).
No tempo de Davi, o sacerdócio ficou em segundo plano e era orientado pela presença deste rei “segundo o coração de Deus”. Depois dele, a categoria sofreu diversas interferências dos monarcas judeus que ora trocavam o culto oficial para outra divindade, ora restauravam o culto levítico. Nos tempos finais do reino de Judá (pouco antes da invasão babilônica), o sacerdócio atingira graus insuportáveis de dominação política apoiada nas mentiras de falsos profetas, fato que o profeta Jeremias delatou num grito solitário (Jr 5.31). Não por acaso, Jeremias era membro da família sacerdotal desterrada por Salomão em Anatote.
Aí temos o pessoal que afirma que o exílio curou os judeus da idolatria e de todas as maldições da desobediência. O problema é que não. Depois do retorno à terra prometida, o sacerdócio voltou a desobedecer aos mandamentos de Deus tratando as coisas divinas com futilidade, como escreve indignado o último profeta do Antigo Testamento, Malaquias (Ml 1.6-9).
Finalmente, chegamos ao Novo Testamento. Será que o sacerdócio havia se regenerado? De novo: não. Os sacrifícios eram dirigidos pelos que os evangelhos chamam de saduceus. Sobre eles, a expectativa de Jesus não era nada boa – Ele orientou os discípulos a tomarem cuidado com seus ensinos (Mt 16.12). Depois, o Mestre causou furor aos donos do templo de Jerusalém ao expulsar os vendedores de mercadorias para os sacrifícios, o que afetava diretamente o lucro dos sacerdotes (Mc 11.15-18).
Queremos então acreditar que, com a pregação do Evangelho, o problema da corrupção dos pastores do rebanho – não mais um “sacerdócio intermediário”, mas um condutor – teria sido resolvido. Infelizmente, não é isso que acontece. Já no tempo do apóstolo Paulo havia diversos pregadores que falavam de Cristo por pura inveja e ambição (Fl 1.17) e outros entendiam que a piedade é fonte de lucro (1Tm 6.5). Sem falar nos falsos pastores que são simplesmente homens perversos infiltrados no rebanho que cuidam apenas de si mesmos, como atesta Judas (Jd 1.4,11-12).
Fica uma pergunta: por que isso acontece? Por que tantos pastores são corrompidos? Penso que a resposta está na proximidade com o poder. Nos sentimos inebriados pela autoridade sobre outras pessoas, e isso é natural ao homem. A política aparece dominada pela corrupção em todos os níveis justamente por isso. O mesmo acontece entre empresários de corporações grandes ou pequenas (quem você acha que são os corruptores dos políticos?) e em qualquer lugar em que se estabelecem relações de domínio. Talvez o Lorde Acton esteja correto ao afirmar que“o poder tende a corromper – e o poder absoluto corrompe absolutamente”. A liderança de uma igreja também tem uma base de poder que aumenta exponencialmente conforme o ministério ganha sucesso, principalmente se ganhar notoriedade midiática. A corrupção segue de perto a autoridade e, quando pode, tira o líder pra dançar.
Deixo, portanto, algumas constatações que podem nos ajudar a viver a fé nestes dias conturbados:
– a corrupção do sacerdócio é comum e eventualmente faz parte da realidade do povo de Deus (e isso aconteceu ao longo de toda a história);
– Deus julgará cada um de acordo com a verdade que há em seu coração.
Entretanto, fica uma boa notícia: se o pastor da sua igreja anda na presença deste poder sobre as pessoas e não se deixa corromper por ele, então você está diante de um verdadeiro homem de Deus – mesmo que ele não tenha grande sucesso público ou sua pregação não seja tão empolgante quanto você gostaria. Escute-o como um bom co-pastor de Cristo e siga a vida em paz.

PROVAI SE OS PROFETAS SÃO DE DEUS

Onde não há profecia, o povo se corrompe... Pv 29:18


Wilma Rejane


Deus escolheu tempo e lugar para revelar a humanidade Seu plano de perdão e salvação. Primeiramente nos falou através das Leis e dos profetas (Antigo Testamento) e depois, por fim, através de Seu filho Jesus Cristo. Jesus era o Verbo, que se fez carne, habitando entre nós. Ele estava no principio, sendo Ele também o fim (João 1: 1-2). Portanto, Jesus é toda a Palavra: Antigo e Novo Testamento, para judeus, gregos, gentios, tribos e nações da terra (Apocalipse 9:7).

Se quisermos conhecer a Deus temos que recorrer a Sua Palavra. E é nessa busca pela Verdade que os homens começam a enfrentar obstáculos de várias ordens: físicas, morais, intelectuais e espirituais. O conhecimento da Verdade, gera arrependimento e salvação. É como a escuridão sendo desvendada pela luz. Evangelista João assim descreve: “Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que as suas obras sejam manifestas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas por intermédio de Deus". João 2: 20-21. Será preciso vencer a escuridão, os obstáculos, para encontrar a luz.

Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor. Colossenses 1:13.

A Luz que ilumina todo homem é apresentada como Jesus: "Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida." João 8:12. Somente Ele tem autoridade e poder para descosturar o negro véu da escuridão, posto sobre a face dos homens. Pois trevas, nos Evangelhos, é comumente traduzida do grego como skotos (strong 4655), literalmente “cobrir”. Pecado,ignorância, rebeldia, todas essas coisas estão como véu sobre os olhos dos que ainda não se entregaram para Jesus.

Mas, quando se converterem ao Senhor, então o véu se tirará. 2 Coríntios 3:16

A venda colocada pelos falsos profetas

Um grande problema que impede o conhecimento da Verdade, da Salvação, é a existência dos falsos profetas. Eles são numerosos e estão presentes em toda parte, especialmente nas religiões, pasmem, inclusive nas que se declaram cristãs. E aqui está posto um abismo que tem ceifado vidas e mais vidas. Esse não é um agravante atual, vemos na própria Bíblia, entre o povo separado de Israel, a triste prática da negação de Deus e a escolha pela escuridão. E Deus deixou que tudo fosse registrado, escrito, para orientação nossa, para que não cometêssemos os mesmos erros.

  • Algumas das praticas atribuídas ao reino das trevas e aos falsos profetas, estão enumeradas em Deuteronômio:“Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem mágico, nem quem consulte os mortos. Pois todo o que faz tal coisa é abominação ao Senhor, por estas abominações o Senhor teu Deus, as lança fora de ti." Dt 18:10 -11.

Profeta Isaías reforça as advertências sobre falsos profetas:

  • “Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram entre dentes – não recorrerá o povo a seu Deus? A favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos? A lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo estas palavras, nunca verão a alva!" Isaías 8:19-20.

Ainda no Antigo Testamento vemos um caso bem escandaloso de atuação de falsos profetas, está em I Reis 18:1 ao 46. Profeta Elias desafia 450 profetas de Baal e Aserá. Deus responde a Elias. Quanto aos falsos profetas, eles fazem um espetáculo à parte, gritam, se cortam, rodopiam, mas Deus os rejeita. Profetas verdadeiros não precisam praticar exibicionismo, suas vidas e ministérios ainda que discretos, produzem frutos e não se comprometem com popularidade.


Existem profetas nessa geração?

  • “Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já agora está no mundo.” I João 4:1,2,3.

Há pelo menos duas definições Bíblicas para profetas:

E todo o Israel, desde Dã até Berseba, conheceu que Samuel estava confirmado por profeta do Senhor. I Samuel 3:20

Profeta nabi (Strong 05030) alguém que proclama ou comunica uma mensagem recebida, porta-voz, mensageiro, anunciador. Nabi ocorre mais de 300 vezes no Antigo Testamento , algumas vezes, na forma feminina 'nebiyah' se referindo a: Miriã, Débora, Hulda, Noadias e a esposa de Isaías.

Profeta prophetes ( Stong 4396) de pro = antecipado e phemi = falar, profeta é alguém que fala antecipadamente. Anuncia antes de acontecer. Referência:

E eles lhe disseram: Em Belém de Judeia; porque assim está escrito pelo profeta. Mateus 2:5

Ainda existem profetas e a Igreja de Jesus Cristo, opera segundo os dons e frutos do Espírito Santo.Os dons não cessaram, caso contrário, teríamos que admitir que o Espírito Santo de Deus se ausentou ou restringiu sua ação, o que não é verdade, Jesus afirmou:

  • "E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro consolador, para que fique eternamente convosco, o Espírito da Verdade, a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Mas vós o conhecereis, porque ele ficará convosco e estará em vós." (João 14:16,17)


Jesus advertiu...

“ Vê, pois que a luz que em ti há não sejam trevas.” Lucas 11:35. Como pode alguém ter luz e ainda assim viver nas trevas? Eis um típico caso de engano: quando se pensa estar vivendo algo verdadeiro e bom, na verdade se está em trevas. As Escrituras afirmam que muitos vivem dessa forma. Na parábola das dez virgens vemos que cinco virgens tinham luz e estavam salvas, livres do engano. Outras cinco, carregavam lamparinas vazias, estavam na escuridão. Carregar lamparinas vazias é assim com as palavras de Jesus em Lucas 1:35: Se equipara a pessoas religiosas que até procuram Jesus, mas não deixaram as antigas práticas do pecado, nem perseveraram em obedecer a Deus.

  • Respondeu-lhes Jesus: Cuidai que ninguém vos seduza. Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu o Cristo. E seduzirão a muitos. 
  • Então se alguém vos disser: Eis, aqui está o Cristo! Ou: Ei-lo acolá!, não creiais. Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres a ponto de seduzir, se isto fosse possível, até mesmo os escolhidos. Eis que estais prevenidos. Mateus 24:4,5,23,24,25

Refletir sobre as palavras de Jesus, em relação aos falsos profetas, nos faz concluir que eles também realizarão milagres e maravilhas. Estes atributos, contudo, não são referências de santidade, comunhão verdadeira com Deus.

  • Muitos me dirão naquele dia: senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então vos direi abertamente: Nunca vos conheci, apartai-vos de mim vos que praticais a iniquidade.

Os falsos profetas são regidos pelo espírito do anti cristo, pois está escrito em Apocalipse:

  • “E da boca do dragão e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi saírem três espíritos imundos, semelhantes a rãs, porque são espíritos de demônios que fazem prodígio, os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo para os congregar para a batalha, naquele Dia do Deus Todo Poderoso.” Apocalipse 16:13,14.

O que fazer para não ser enganado?

Jesus disse que é possível reconhecer os falsos profetas, ainda que estejam disfarçados de ovelhas, serão como lobos devoradores:

  •  "Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores.Vocês os reconhecerão por seus frutos". Mateus 7:15,16
Interessante: os frutos e não os dons é que declararão serem falsos ou verdadeiros. E quais são os frutos? Ministérios grandiosos, sinais e maravilhas? Não. Os frutos a que Jesus se refere são "Os frutos do Espírito Santo": amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei. Gálatas 5:22,23

Judas, irmão de Tiago, também os descreve em sua epístola: são homens ímpios, escravizam as pessoas, ignoram a graça e negam a Deus como Único dominador (Judas 3,4) Em suma, os falsos profetas põem vendas nos olhos, impedem o conhecimento da Verdade, aprisionam ao invés de libertarem.Eles ignoram a graça de Deus, através de sofismas, confundem e conduzem ao erro. Falsos profetas são como cegos, guiando outros cegos ao abismo.

Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor , ai há liberdade. II Cor 3:17

O verdadeiro profeta busca a Cristo e o que é de Cristo. Ele serve aos outros e a Deus. O falso profeta ama ser servido, adorado, procura glória pessoal, falam mais de suas experiências pessoais, a fim de impressionar e falam menos de Cristo, são gananciosos, mesmo tendo aparência de piedade. Mas João Batista, grande profeta de Deus disse:"É necessário que Ele cresça e eu diminua." João 3:30.

João Batista é um modelo genuíno de profeta, alguém que não negociou com a verdade, nem temeu os dominadores políticos. Antes falou com autoridade contra o pecado e pagou um preço alto preço por isso:

  • E, partindo eles, começou Jesus a dizer às turbas, a respeito de João: Que fostes ver no deserto? uma cana agitada pelo vento?Sim, que fostes ver? um homem ricamente vestido? Os que trajam ricamente estão nas casas dos reis.Mas, então que fostes ver? um profeta? Sim, vos digo eu, e muito mais do que profeta; Mateus 11: 7-9.

João não era "cana agitada pelo vento", uma referência a movimentos entusiastas, emocionalistas, doutrinas rasas que produzem barulho e não transformação do coração. Quando falo de barulho e sensacionalismo, não me refiro a denominações, mas doutrinas.

Creio em toda a Bíblia e louvo a Deus pelos dons dados a Igreja, pois, através deles somos edificados. Está escrito: "Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente." I Coríntios 12:31. Contudo, acima dos dons, está o amor, Ele prevalece no Reino de Deus, como sobre excelente: "O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá" I Coríntios 13: 8.

Que Deus nos ajude a encontrarmos sabedoria e discernimento a fim de não sermos enganados pelos falsos profetas. Que em nós habite a ardente expectação da vida eterna com Deus, na glória, e que enquanto estivermos na terra, a Luz que habita em nós dissipe toda treva. E não esqueçamos de conferir tudo quanto vemos e ouvimos com o que está nas Escrituras.

Deus o abençoe

DESAPARECIMENTO DO VÔO MALAYSIA AIRLINES E O ARREBATAMENTO DA IGREJA

Desaparecimento do vôo Malaysia Airlines e Arrebatamento da Igreja

Parentes de passageiros desaparecidos



Wilma Rejane

É incrível, eu havia pensado em escrever sobre o desaparecimento do vôo Malásia Airlines Flight MH370 relacionando-o com o arrebatamento da Igreja. 

O que me fez declinar da ideia foi um artigo publicado no News Mirror pedindo que as pessoas respeitassem o momento de dor e desespero dos familiares.

Contudo,  hoje me deparei com um artigo de Anne Graham (filha do evangelista Billy Graham) fazendo a mesma comparação. Entendo que Deus fala através de tragédias e por isso me dispus a republicar o artigo de Anne. 

Escrever qualquer coisa depois do pronunciamento dela seria considerado cópia, plágio e essas coisas.

Oremos para que a aflição da incerteza entre os parentes, seja amenizada pela certeza de que Deus é soberano e nada é desapercebido aos Seus olhos. E que essa mensagem sirva para resgatar pessoas para o Reino de Deus, por que o que é a vida? um vapor, uma erva que cresce e o vento assopra e se vai. Mas se estamos salvos em Cristo Jesus terá valido a pena.

Eis o artigo na íntegra:

***
Anne Graham

Onde estão todas as pessoas?

Porque o mesmo Senhor descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo e com a trombeta de Deus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ainda estamos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para encontrar o Senhor nos ares. E assim estaremos sempre com o Senhor. 1 Tessalonicenses 4:16-17


As respostas não parecem estar próximas, enquanto escrevo isso.  Tenho orado e ponderado nos itens acima, eu não posso ajudar, mas pergunto ... É este o sentido em todo o mundo de choque e desamparo, de perguntas e confusão, do medo e da dor, um vislumbre do que está por vir? Isso é um pequeno retrato do que todo o mundo irá experimentar um dia após o arrebatamento da igreja? Porque a Bíblia é clara. Está chegando um momento em que Jesus vai voltar a reunir a Si todos os mortos e vivos - que colocaram sua confiança nEle. E, naquele dia, o mundo vai estar se perguntando: Onde todas as pessoas foram? Não apenas 239 de nós, mas milhões de nós.

Naquele dia, com milhões de pessoas diretamente afetadas por seus próprios amigos ausentes e membros da família ... no meio de choque esmagador e desamparo, de perguntas e confusão, do medo e da dor ... quando o mundo procura por pistas, e meios de reencontrá-las surgirá a pergunta: Por que fui deixado para trás? Em vez de uma mancha de óleo, haverá traços de sua graça e glória e verdade.

Este é um pensamento que eu não consigo me livrar, então eu compartilhá-lo com você. Será que a sua vida, e a minha, estão sendo uma luz para o mundo (Mateus 5:14) conduzindo as pessoas até Jesus ... depois do arrebatamento?

Fonte: Blog da Anne Graham

VERDADES E MENTIRAS QUE ADOLESCENTES CRISTÃOS PRECISAM CONHECER

Verdades e Mentiras que adolescentes cristãos precisam conhecer




João Cruzué

1 - Amor - Deus tem mesmo preparado alguém especial para mim?

Verdade. Mas depende de você investir tempo com Deus, conversando com Ele, pelo menos todo dia. Sim há alguém especial para sua vida. Para conhecê-lo você precisa fazer um compromisso de fidelidade com o Senhor. Ser honesto com Deus. Se falhar, peça perdão e não volte a errar nas mesmas coisas. E por fim, não será namorando ou ficando com todo mundo que você vai descobrir por tentativa e erro quem foi que Deus preparou para você. Não é da forma que você pensa. Deus gosta de nos surpreender. Se você esperar, e confiar em Deus Ele vai trazer até você alguém a quem amar por toda a vida. E a recíproca também é verdadeira:ele ou ela também o/a amará com a mesma intensidade.

2 - Sexo - Casar virgem é caretice e pensamento ultrapassado?

Mentira. Deus nos criou para amar e ser amados. Todavia, você precisa se guardar puro/pura para aquela pessoa especial que Deus preparou para você. Pisar na linha, avançar o sinal, entregar sua virgindade antes do casamento para alguém que não é o escolhido ou a escolhida, só porque os outros acham isso moderno? Isso não tem nada de modernidade. É uma aventura que desagrada a Deus. Se "todo" mundo faz assim, por que  você deveria pensar igual a todo mundo? Pensar diferente não é estar errado! O mundo segue a voz do diabo e os cristãos, a voz do Espírito Santo. Quem quiser andar segundo os conselhos mundanos, também deve se preparar para sofrer nas mãos do diabo. Mas quem quiser ser amado e feliz, deve ouvir a voz de Deus.




Um lar cristão - Precisa ser constituído de acordo com a vontade do Senhor. Sobre as verdades bíblicas. Para construir um lar sobre a ROCHA, você deve escutar o que Deus Fala. Se você se guardar e esperar o tempo de Deus, você vai se casar sob a proteção e vontade do Senhor. Se você construir um lar sobre a AREIA, pisando na "bola",   vai dar na bandeja a chave da sua vida sentimental para o diabo. E assim os planos de Deus para seu lar serão arruinados.

Prejuízos - Não é apenas a virgindade que se perde quando se ouve a voz do mundo e despreza  a voz de Deus. O diabo pode roubar as bênçãos do seu lar. O pecado da fornicação, o sexo antes do casamento, derruba o muro da proteção espiritual de Deus. Por esta brecha, as coisas malignas tem liberdade para entrar e sair quando quiserem. É bom que você, adolescente, saiba disso.

Sexo descartável - Por isso, todo cuidado é pouco nos relacionamentos antes de você se casar. O sexo é muito deturpado nos dias de hoje. O sexo descartável é muito valorizado pelo mundo. E por descartável quero dizer aquilo que se usa e depois joga fora. Deus não criou o sexo para ser descartável. Foi criado para alegrar o dia a dia de pessoas que se amam de verdade e que esperam o tempo do matrimônio para depois praticá-lo.

Infelizmente, tem gente que ainda ESCOLHE errado, seguindo maus conselhos de amigos ou amigas da "onça", achando que é coisa "moderna", "chic", "top", quando na verdade, perder a virgindade voluntariamente antes do casamento é o caminho mais curto para perder  as  chaves do seu lar para o diabo e seus demônios.


3 - Aborrecimentos na Igreja - Todo mundo passa por isso.

Verdade. Mas isso não é motivo para desistir de ir ao culto. Você vai à Igreja para honrar, para cultuar a Deus. Não vai lá para cuidar de outras coisas. E cultuar corretamente significa oferecer sacrifício agradável a Deus. Louvor, oferta voluntária, e o principal: a sua presença no culto. Aqueles que começam a desistir de ir ao culto por alguma razão estará oferecendo um sacrifício defeituoso. Isso não é aceito por Deus.

Chegar a Deus no culto com um coração humilde, sem se preocupar com A e B é a decisão correta. A causa de muitos desvios e enfraquecimentos, na maioria das vezes, vem do costume de reclamar, murmurar, relembrar continuamente de coisas ruins. O Espírito Santo se entristece com atitudes assim. E, cada vez que resistimos a voz Ele vai se apagando da sua vida. É melhor jogar no lixo do esquecimento as coisas ruins que acontecem em nossos relacionamentos do que perder a alegria do Espírito Santo.


4 - Orações - Deus responde as minhas orações?

Verdade. Ele sabe o que precisamos. E principalmente, quando devemos receber o que pedimos. Algumas coisas Ele atende de imediato. Outras coisas são pedidos vaidosos, e não vamos mesmo recebê-las. Mas as grandes bênçãos estão condicionadas à nossa paciêcia e esperança. Coisas que precisamos aguardar pelo tempo de Deus. E quando somos capazes de esperar com paciência pela resposta, isto aumenta a nossa fé. Mas posso garantir que aqueles que agradam a Deus, que são sinceros com Ele, não ficarão sem receber as bênçãos maiores.

Experimente fazer uma listinha para intercessão, e tome um pouquinho a mais de tempo para conversar com Deus. Eu sou testemunha viva de que Deus ouve orações, mesmo a mais simples delas.


5 - Internet é uma coisa segura.


Mentira. A experiência mostra que um psicopata, ou uma prostituta sempre se apresentma com as palavras de um anjo. Na sua imaginação você sonha com um príncipe. Mas a especialidade dele/dela é jogar, é enganar, com a cara (foto falsa)mais santa do mundo para conquistar suas vítimas. Tome muito cuidado. Não dê seus endereços, não mostre escancaradamente a escola onde estuda, tenha sabedoria suficiente para NUNCA fazer amizade com estranhos - que nunca viu. Não marque encontros sem sua família saber. Não dê "mole" para o diabo, o prazer dele é todo dia destruir a vida de alguém. E pode ser  que ele ande a procura da  sua.

Pornografia. A pornografia também é um vício . Se você parar um segundo para contemplar a nudez de alguém pela Internet, isto será o bastante para ser fisgado e viciado para o resto da vida. Um abismo chama outro abismo muito maior. O Salmista disse "Não porei coisa má diante dos meus olhos." Você também precisa assumir ou manter um compromisso com Deus de ter santidade no olhar. Cuidado com as imagens de câmera. Tudo o que é filmado hoje, pode  parar no YouTube amanhã.


6 - Escola. Por que é tão chata?

Verdade. Durante a adolescência é muito chato carregar livros e mais livros, cadernos, trabalhos. Mas se não se esforçar e completar seus estudos, aí é que você vai conhecer uma coisa muito mais chata. Ver todo mundo conquistando seu lugar e você não. É preciso muito disciplina para se graduar com perfeição. Quem não estuda perde sua liberdade, compromete o conforto da família e passa a vida cumprimentano as conquistas dos amigos. Então, deixa de ser manhoso/a e "enfia" a "cara" nos livros. Estes, sim são amigos de verdade.

Se você não se esforçar, correr atrás dos seus sonhos, vai ganhar pouco, vai ajudar pouco a casa, e ainda poderá sofrer ate o assédio de criminosos. Se você gosta de estudar, e não tem livros nem dinheiro, vou lhe dar um conselho: Livros você pode pedir em qualquer biblioteca de uma Escola. Se o problema é dinheiro, se você insistir (mesmo) em uma bolsa de estudos, mais cedo ou mais tarde vai conseguir realizar seu sonho. O problema é que os que desistem de correr atrás dos sonhos, ficam para trás e os que dão um passo a mais conquistam suas vitórias. Veja o exemplo da campeã Olímpica de salto à distância - Maurren Maggi. Ela ganhou a medalha de ouro porque saltou 1cm a mais que a segunda colocado. O que é um centímetro? Neste caso foi a distância entre a vitória e a derrota.



7 - Verdades e Mentiras 

Nem tudo o que se ouve hoje, pode ser considerado como verdadeiro. quando aparecem certas coisas desconhecidas para mim, eu vou orar e esperar até ouvir a voz de Deus. Depois de ter feito isso eu observo meu coração. Se ele está preocupado, com dúvidas eu percebo que não é da vontade de Deus insistir no assunto. A dúvida é o primeiro sinal para uma decisão errada.

A voz dos pais -Mas se meu coração estiver em paz, aqui está um grande segredo, eu sigo em frente pois Deus está no negócio.  Tio João, como é que se ouve a voz de Deus? Pergunta complexa de responder, mas eu posso simplificar. Deus geralmente fala pela voz de um pai, de uma mãe, por uma leitura Bíblica e pela pregação do pastor. Ele não vai aparecer diante de você, se tem pessoas que Ele mesmo colocou na sua vida para cuidar de você.

Concluindo: é por isso que precisamos ser honestos com nós mesmos e fiéis em tudo ao Senhor, pois a orientação de Deus não é para todos. Pois, Deus não vai  orientar alguém cuja vida anda cheia de pecado feito de forma consciente e proposital. É preciso fazer um  concerto sincero com Ele,  um pedido de perdão, para recerber as orientações dele.

quarta-feira, 19 de março de 2014

O USO E COSTUME NAS ASSEMBLEIAS DE DEUS HOJE

O uso e costume nas Assembléias de Deus hoje
A visão atual que se observa em boa parte das Assembléias de Deus, principalmente nos maiores centros, no que tange o uso e costume, é bem mais liberal do que a tempos atrás. Observa-se que não se restringe às irmãs o uso de maquiagem ou de pintura nos cabelos, ainda que se oriente, porém, que se faça uso da modéstia no atavio.
Normalmente não se restringe o uso de calça às irmãs, principalmente nas atividades profissionais, tendo-se, porém, o costume do uso de saias ou vestidos nos cultos públicos.
Já não se restringe, mais também, às irmãs o uso de roupas que não tenham manga, mas geralmente pede-se que não se faça uso de roupas de alça ou de decotes exagerados, lembrando sempre o pudor no vestir que a palavra de Deus nos ensina.
Outra coisa que se observa, é que não se restringe as irmãs o uso de jóias de forma modesta. Sendo aceitável, por exemplo, um brinco pequeno. Relembra-se, porém, a modéstia que é recomendada pela palavra de Deus às santas mulheres.
Quanto aos irmãos, em boa parte das igrejas locais já não se restringe o uso de bermudas, principalmente no descanso domestico. Alerta-se, porém, para a preocupação com o pudor que é próprio dos santos.
Toda esta mudança, geralmente, não é bem vista pelos mais tradicionais. Que não aceitam, e muito menos entendem o porquê da mudança. Para entender por que o  costume se altera, é necessário observar melhor o assunto através da bíblia e da historia da igreja.
O costume, ao contrario do mandamento, se altera através do tempo e do local. E isso nos é bem notório quando observamos que dentro das Assembléias de Deus, uma igreja agora centenária, o costume muito se alterou em relação ao que era adotado no principio. E ainda mesmo hoje, o costume se altera conforme o local ou o ministério que o orienta.
A mudança através do tempo ocorreu de uma maneira geral, ou seja, em todas as igrejas locais. Prova disso é que se fosse possível retroagir no tempo, há cem anos, a irmã mais conservadora, da igreja local mais rigorosa com o uso e costume dos nossos dias, com certeza, ela causaria escândalo as igrejas daquela época.
E como é fato que além de se alterar no tempo, o costume também se altera no local. Desta forma, uma igreja local adota um costume, e outra igreja local um costume diferente. Até ai não teríamos problema algum. O problema, na verdade, reside no fato de que algumas igrejas locais, ou alguns indivíduos que nelas há, não aceitam que outros tenham um costume diferente do deles. Quando isto acontece tal individuo ou tal igreja, passa então, a adotar uma postura farisaica e passa também a tentar, através de interpretações isoladas de versículos bíblicos, dar caráter de mandamento aos seus costumes. Passa ainda, depois disso, a se achar no direito de julgar e condenar os que têm uma opinião diferente.
Quando encontram alguém com o costume diferente do seu, os fariseus modernos os acusam de serem uma igreja “de porta larga”, dizem que tal igreja abre mão dos bons costumes só para arrebatar mais ovelhas, e se algum crente resolve congregar lá, é porque está procurando facilidade.
Mas o bom Deus tem provido a sua igreja de homens que querem instruir os seus filhos na sua palavra e não em mandamentos de homens. Homens que não estão dispostos a atar pesados fardos para lançar nas costas do próximo. Homens que tem sido usados para ministrar biblicamente sobre esse assunto, e nesta matéria, tem se destacado o Pr Silas Malafaia, principalmente em sua mensagem “Legalismo e Liberdade Cristã”. Esta mensagem muito me ajudou a entender a realidade deste assunto e a desfazer em minha mente os sofismas que os fariseus impregnam com seus ensinos.
Vamos então, a partir de agora, analisar a luz do contexto bíblico, os versículos que os fariseus contemporâneos usam de maneira isolada para acusar os que não pensam como eles:
Para tentar justificar a proibição do uso de calça pelas irmãs, usam o seguinte versículo: “Não haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao SENHOR teu Deus”. (Deuteronômio 22:5) O que não fica claro é onde a bíblia diz que calça é roupa de homem. Neste caso em que grupo se enquadra as camisetas?
Sem dizer que este versículo se encontra na lei sacrificial de Moisés, aquela que a bíblia diz que foi “ab-rogada por causa da sua fraqueza e inutilidade”. Desta feita, se fossemos guardá-lo, teríamos de guardar também o verso vinte e dois do mesmo capitulo que diz que o casal que cometer adultério deve ser morto: “Quando um homem for achado deitado com mulher que tenha marido, então ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher, e a mulher; assim tirarás o mal de Israel”. (Deuteronômio 22:22)
Paulo é severo em advertir sobre isso: “Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído.” (Gálatas 5:4) Deixemos pois a lei, e vivamos o evangelho da graça de Cristo.
Um outro argumento que os fariseus amam e usam muito é: “tem de usar assim ou assado para ser diferente do mundo”. É bem verdade que Deus quer que seus filhos se diferenciem do mundo. Porém, esta não é uma maneira eficiente, já que pode ser facilmente imitada. Prova disso, é que varias seitas, que negam as mais importantes doutrinas bíblicas, excedem no zelo quanto ao uso e costume a todas as igrejas evangélicas.
O próprio Senhor determinou o que diferenciaria os seus discípulos: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” (João 13:35) É o amor, que os fariseus sacrificam quando condenam seus irmãos, que verdadeiramente diferencia e identifica o cristão. Este diferencial o ímpio jamais poderá imitar, pois o dia que o fizer, deixará de ser ímpio e se tornará também servo de Cristo Jesus.
Já no novo testamento, o versículo predileto dos apologistas radicais da “doutrina do uso e costume” talvez seja I Pedro 3:3-4, que diz: “O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos; Mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus.”.
 Numa leitura rápida, talvez realmente possamos entender o seguinte: Pedro está dizendo que a mulher cristã não deve de maneira nenhuma usar jóias, pois está escrito: “O enfeite delas não seja o exterior... no uso de jóias de ouro”. Mas note que Pedro não fala só das jóias, mas também do “frisado dos cabelos” e da “compostura dos vestidos”. Desta forma, para proibirmos aqui as jóias, obrigatoriamente, teríamos de proibir as irmãs o pentear os cabelos e o uso dos vestidos decentes e bonitos.
Esta claro então, que há algo errado com a interpretação deste versículo. Mas qual seria a maneira correta de interpretá-lo? Para interpretá-lo corretamente nos será útil interpretar antes João 6:27, que diz: “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou.” Analisemos... O que o Senhor Jesus está dizendo? Que devemos abandonar o nosso trabalho secular e trabalhar apenas para o reino de Deus? Nada disso! Se fizermos isso corremos o risco de morrer de fome, pois a bíblia também nos manda trabalhar e conquistar com nossas próprias mãos nosso sustento. Jesus está dizendo que devemos priorizar o Reino de Deus.
Da mesma forma, quando Pedro, pelo Espírito, diz: “O enfeite delas não seja o exterior... Mas o homem encoberto no coração”, ele não quer com isso, dizer que a mulher cristã tem de ser um verdadeiro modelo de desleixo com a aparência, observe que uma das características da mulher virtuosa é se vestir bem: “Faz para si cobertas de tapeçaria; seu vestido é de seda e de púrpura”. (Provérbios 31:22) Pedro está dizendo sim, que a prioridade da mulher cristã não deve ser ataviar o seu exterior, mas sim o seu coração. Se ela se preocupa em ter um exterior bem aparentável, muito mais deve desejar ter um coração que o Senhor admire.
Outro trecho do novo testamento que possui idêntica mensagem é I Timóteo 2:9-10, lá Paulo diz: “Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos, mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras”.
O apostolo está dizendo que ao invés de se ataviar com as “tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos” as mulheres cristãs devem se ataviar com as “boas obras”. É lógico que literalmente isso não seria possível. Então, o que ele de uma forma figurada está dizendo, é o mesmo que disse também Pedro, que a prioridade da mulher cristã deve ser um coração bonito, um coração agradável ao Senhor.
Mas também aqui, em I Timóteo 2:9, encontramos o verdadeiro princípio bíblico que deve reger o uso e costume na igreja, a saber: “pudor e modéstia”. São estas duas virtudes que todo servo e toda serva de Deus deve estimar. Veja que a bíblia, por ser uma mensagem universal, não diz: não use calça, ou use brincos de até 5mm. Não diz isso, porque em algumas culturas as calças poderiam não se enquadrar no pudor, enquanto em outras, brincos até maiores do que o citado poderiam ser considerados modestos. A preocupação do cristão deve ser a de se portar com “pudor e modéstia” dentro da sua própria cultura.
Espero eu, nobre leitor, que essa simples matéria possa ser mais uma contribuição para que você tenha uma visão bíblica desse assunto tão polêmico que é o uso e costume. Aos que tem sido influenciados pelos religiosos a fazer um mau juízo dos irmãos que tem um costume diferente, deixo a advertência do Senhor: “...Acautelai-vos do fermento dos fariseus...” ou seja “...da doutrina dos fariseus...” (Mateus 16:6,12) E a todos nós é útil a recomendação do Espírito Santo através de Paulo em I Corintios 10:31-32: “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus. Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus.” Agora quanto aos fariseus... Não nos desgastemos nos preocupando se ficarão escandalizados conosco, pois até com o próprio Senhor Jesus eles se escandalizaram.